A Natureza da Madeira
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Segunda-feira, Novembro 26, 2007

Boa média para a reciclagem na Madeira

Sabiam que ao adquirirmos um electrodoméstico, a empresa que o vende tem a obrigação de o receber, quando este já não tiver préstimo, e de o encaminhar para o destino final adequado, sem cobrar nada por isso? É o que afirma a responsável pela “Valor Ambiente”, Joana Rodrigues, quando confrontada com o estudo feito pela Amb3E onde é possível verificar que mais de 80% dos portugueses não sabe encaminhar resíduos eléctricos e electrónicos (RREE) para a reciclagem. Há, de facto, uma imensa falta de informação neste sentido e por isso mesmo a “Valor Ambiente” aposta nas acções de informação e de sensibilização, através da comunicação social pois a grande aposta é, afirma Joana Rodrigues, “(...)na reciclagem, pois assim menos resíduos enviamos para a Estação da Meia Serra”. Actualmente, a Região envia cerca de 50 toneladas por mês de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos para a Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos Eléctricos e Electrónicos o que, podemos afirmar, são já números satisfatórios, apesar do objectivo ser sempre o de melhorá-los.

Fonte: Jornal da Madeira

Reciclagem na Madeira tem média

Sabiam que ao adquirirmos um electrodoméstico, a empresa que o vende tem a obrigação de o receber, quando este já não tiver préstimo, e de o encaminhar para o destino final adequado, sem cobrar nada por isso? É o que afirma a responsável pela “Valor Ambiente”, Joana Rodrigues, quando confrontada com o estudo feito pela Amb3E onde é possível verificar que mais de 80% dos portugueses não sabe encaminhar resíduos eléctricos e electrónicos (RREE) para a reciclagem. Há, de facto, uma imensa falta de informação neste sentido e por isso mesmo a “Valor Ambiente” aposta nas acções de informação e de sensibilização, através da comunicação social pois a grande aposta é, afirma Joana Rodrigues, “(...)na reciclagem, pois assim menos resíduos enviamos para a Estação da Meia Serra”. Actualmente, a Região envia cerca de 50 toneladas por mês de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos para a Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos Eléctricos e Electrónicos o que, podemos afirmar, são já números satisfatórios, apesar do objectivo ser sempre o de melhorá-los.

Fonte: Jornal da Madeira
Sexta-feira, Novembro 23, 2007

Exposição "Insectos Vivos de Todo o Mundo"

O Departamento de Biologia da Universidade da Madeira em parceria com o Centro de Estudos da Macaronésia e com a Fundação Gil apresentam à Madeira a exposição “Insectos Vivos de Todo o Mundo” que reúne uma quantidade considerável de insectos sociais e exóticos oriundos de várias partes do Mundo. Trata-se da maior colecção privada de animais exóticos a nível mundial. Todos os insectos foram capturados pelo Sr. Víctor Carvalho, o proprietário dos espécimes. Esta exposição tem também uma vertente social, já que uma percentagem do valor dos bilhetes será oferecida à Fundação Gil – Madeira

A exposição estará entre 28 de Novembro e 10 de Janeiro na Sala de Exposições do Colégio dos Jesuítas.

No site da iniciativa pode encontrar informações mais detalhadas sobre esta exposição. Aproveite!

http://www.uma.pt/cem/expo.insectos/
Quarta-feira, Novembro 21, 2007

Navio "Cacine" leva jovens às Desertas

Para comemorar o Dia Nacional do Mar, um navio da Marinha Portuguesa, o N.R.P. “Cacine”, levou até às Desertas um grupo de jovens estudantes de Câmara de Lobos. Além de poderem viajar numa embarcação da Marinha, estes jovens puderam assistir ao processo de rendição dos vigilantes da natureza do Parque Natural das Desertas. Varela Mendes, comandante desta embarcação, abre as portas deste Navio a todas as escolas, grupos ou pessoas que tenham interesse em conhecer o “Cacine” dizendo que “ qualquer pessoa pode vir cá visitar-nos e até os levo com todo o prazer às Desertas”. O “Cacine” tem partida prevista do Funchal para o dia 16 de Janeiro e, até lá, irá continuar a servir a região com a fiscalização do espaço de jurisdição marítima nacional, busca e salvamento, fiscalização da pesca e rendições dos vigilantes da natureza nas ilhas Desertas e Selvagens.
Segunda-feira, Novembro 12, 2007

Recuperação da Quinta Magnólia já em projecto final

A Sociedade Metropolitana de Desenvolvimento tem em mãos o projecto de renovação da Quinta Magnólia. Esta Quinta será modificada e adaptada de forma a receber nos seus limites um centro de ténis com condições para a realização de torneios internacionais. Um bate-bolas, seis campos de ténis, três de padel e três de squash, um estacionamento com cerca de 101 lugares, uma sala polivalente e a recuperação da casa-mãe. São estas as novidades reservadas para este aprazível lugar. Vale acrescentar que todas as espécies arbóreas vão ser preservadas, sendo que se prevê ainda acrescentar as áreas verdes da Quinta Magnólia.

VP Boletim Informativo nº 22

Já se sente o Natal no Funchal

É por esta altura que o Funchal toma a forma e o espírito de um “presépio” gigante. Nas ruas,homens em cima de escadas enfeitam as árvores, as estradas e as montras desta cidade. Luzes de todas as cores compõem desenhos brilhantes e os motivos de Natal estão em todo o lado. Já se respira festa. É também por estes dias que começam os eventos culturais com várias exposições alusivas à época e à forma como o arquipélago a vive.
Sexta-feira, Novembro 09, 2007

Previsões da AIE para 2030

O relatório anual da AIE – Agência Internacional de Energia – sobre o futuro energético global (World Energy Outlook 2007) apresenta uma situação verdadeiramente preocupante. De acordo com este estudo, a humanidade consumirá ainda mais petróleo e carvão em 2030 do que nos dias de hoje. Refere ainda que os “dois gigantes da economia mundial e do mercado energético”, China e Índia, são os grandes responsáveis por este avultoso aumento. A utilização do carvão - o mais sujo dos combustíveis fósseis -, tendo apenas em conta as políticas que já estão em curso, subirá cerca de 73% entre 2005 e 2030 e, neste cenário, a China e a Índia protagonizam 80% deste aumento. Também o consumo do Petróleo irá subir, até 2030, aos 37% em relação aos dias de hoje. Estas e outras contas prefazem uma subida geral de 55% até 2030, ou, numa alternativa que considera as medidas de poupança energética possíveis neste momento, 38%. O que mais preocupa a AIE é a falta de tempo que há para agir porque, na verdade, “O ano 2030, em termos energéticos, é já amanhã”.

Fonte: economia.publico.pt